Espalhe o amor!
Miguel Rossetto – Vice-governador 1999/2003- Ministro do desenvolvimento Agrário e Ministro chefe da Secretaria Geral da Presidência da República /PT – / 16/05/2017

 

O plantão do programa Cidade Livre, da Rádio Acácia FM, com Diogo Devitte e Flávio Alves esteve acompanhando a entrevista coletiva do pré-candidato ao governo do estado, Miguel Rossetto, do PT (Partido dos Trabalhadores). Estavam presentes, entre outras pessoas, o Ex-Prefeito de Alvorada, Sérgio Bertoldi, a Deputada Estadual, Stela Farias e o Vereador Schumacher, representações da imprensa local, como o Jornal A Semana e A Rádio Clube Americana, além de correligionários da legenda partidária e pessoas da comunidade alvoradense.

Depois das apresentações convencionais e breves relatos de Stela Faria, Schumacher e Miguel Rossetto, iniciou-se o sabatinado ao pré-candidato. Alternaram-se as perguntas entre as rádios Acácia e Americana e Jornal A Semana. No final desta matéria, você pode acompanhar o audio da coletiva completa. Nas oportunidades em que nos coube fizemos os seguintes questionamentos, que você vai conferir agora:

Plantão Cidade Livre: (20:16) Considerando que depois do uso das “pedaladas fiscais”, como argumento para o afastamento de Dilma Russeff, que gerou um efeito cascata nas esferas estaduais e municipais, dificultando à governadores e prefeitos a antecipação de receitas nesses moldes, já que as oposições em geral esperam o menor deslize, para aplicar a mesma receita e derrubar seus oponentes. Como o senhor pretende colocar as finanças do estado em dia, já que há a possibilidade de não haver alinhamento com o próximo governo federal?

Miguel Rossetto: Pretende fazer um encontro de contas entre os 4 bilhões devidos mensalmente pelo estado e os 3,9 bilhões a receber referentes as pendências da lei Kandir, que o RS tem direito e com isso ter cerca de 4 bilhões para investimento e colocar a folha do funcionalismo em dia, além de reduzir custos da máquina do estado, para poder investir na recuperação de escolas, saúde e na e reestruturação das policias, que segundo ele perderam mais de cem servidores, apenas em Alvorada.

 

Plantão Cidade Livre: (42:40) Se for eleito, considerado os níveis de sonegação de grandes empresas que ultrapassa a casa dos 2 bilhões em ICMS, qual será a política adotada, que não seja jogar a conta para o povo que clama por saúde, segurança e educação de qualidade?

Miguel Rossetto: Colocou-se de maneira direta, referindo-se à sonegação ser um mal a ser coibido com arrocho na cobrança dos sonegadores descartando a possibilidade de repassar a conta para a população. Ainda disse, que Sartori faz um péssimo governo, porque administra mal e quer ser governador, porque ama o Rio Grande do Sul e seu compromisso é com a recuperação do estado, mas reconhece que o “Gringo de Caxias” é candidato forte no segundo turno, mas torce para que valha a máxima do estado de não reeleger ninguém, para governador.

 

Plantão Cidade Livre: (50:40) Modelos como Orçamento Participativo e COREDES se mostraram ineficientes e ineficazes como mecanismo de participação popular, devido à escassez de recursos para investimentos, promovendo em algumas situações a “guerra dos miseráveis” ou o não atendimento das demandas. De que maneira o Sr. Pretende ouvir a população e devolver credibilidade ao governo?

Miguel Rossetto: Vai reeditar o orçamento participativo, que segundo ele é uma ótima ferramenta de consulta popular e que pretende corrigir falhas, para evitar que as demandas, escolhidas pela comunidade, sejam atendidas dentro do seu governo.

 

Além destes, houveram outras perguntas que teríamos realizado, mas que foram respondidas antes mesmo de formularmos as perguntas, como derá ser ouvido no audio completo da coletiva. Assim, separamos alguns trechos que podem ter maior relevância para a audiência que nos segue:

 

Plantão Cidade Livre: Sartori deixará de herança um estado com problemas. Alguns que recebeu de governos anteriores e outros criados pela sua própria gestão. Assim como deixará projetos em andamento e obras paralisadas. Qual será a formula usada no seu governo, se for eleito para evitar a recorrente prática de terra arrasada que exclui políticas de estado e da preferência a política de governo?

Miguel Rossetto: Se compromete a continuar as obras que julgar necessárias e que tenham sido começadas no governo anterior. Usou como exemplo a ERS 118, que segundo ele será concluída durante seu governo, se eleito for. Nesse compromisso, deseja finalizar o trecho que vai de Gravataí à Viamão, passando por Alvorada.

 

Plantão Cidade Livre: As alianças políticas eleitorais, tem se mostrado cada vez mais espúrias e escolha dos vices mostram-se cada vez mais temerosas, sendo muitos escolhidos apenas para satisfazer a coligação e buscar votos, como foi o caso da escolha de Michel Temer. Que providências o Sr. Tomou para afastar essa possibilidade?

Miguel Rossetto: Assegura que as coligações feitas no Rio Grande do Sul, serão feitas com os partidos de centro/esquerda e para evitar negociações espúrias preparam quadros internos do seu partido, para o caso da necessidade de concorrer com chapa pura, mas não descarta que a nível nacional as coligações serão mais livres, mas acredita que serão tomados todos os cuidados para não se vincularem a pessoas como Michel Temer, que classificou como traidor e oportunista.

E agora fique com a coletiva na integra:

 

#TodosSomosAcacia

 

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